Joseph Nicolas Nicollet não começou como explorador. Ele era um matemático. Um brilhante. Nascido em Cluses, Sabóia, em 1786, ele se mostrou promissor em astronomia e matemática. Aos 19, ele já lecionava. Aos vinte anos, ele trabalhava com Pierre-Simon Laplace no Observatório de Paris. Tornou-se professor no Collège Louis-le-Grand. Foi uma vida de prestígio na França.
Então o dinheiro acabou.
Em 1832, reveses financeiros forçaram Nicollet a deixar a Europa. Ele imigrou para os Estados Unidos. Ele começou em Nova Orleans. Então ele se mudou para St. Louis, Missouri. Foi lá que sua carreira deu uma guinada acentuada à esquerda.
A rica família Chouteau o apoiou. Com o apoio deles, Nicollet liderou uma expedição em 1836-37. Ele pesquisou as nascentes do rio Mississippi. Este não foi apenas um passeio na floresta. Foi um levantamento preciso. Ele aplicou métodos matemáticos rigorosos em terrenos acidentados.
Em 1838, o Corpo de Engenheiros Topográficos do Exército dos EUA o contratou. Ele assumiu um papel governamental. Ele liderou outra expedição de 1838 a 1839. Seu objetivo era mapear a região entre os rios Mississippi e Missouri. John C. Frémont o ajudou. Eles trabalharam juntos para mapear terras desconhecidas.
Nicollet preparou um mapa detalhado da região. Ele também escreveu um relatório sobre a expedição. Estas obras foram publicadas em 1843. Nicollet não viveu para vê-las. Ele morreu em Washington, DC, em 11 de setembro de 1843.
“Nicollet aplicou métodos matemáticos rigorosos em terrenos acidentados.”
Seu mapa continua sendo um registro histórico importante. Mostra como a formação científica europeia encontrou a natureza selvagem americana. Ele responde como entendemos pela primeira vez a bacia do alto Mississippi. Os dados ainda estão lá. O mapa ainda é usado. O trabalho de Nicollet une dois mundos. Ele deixou a França por dinheiro. Ele ficou para ser descoberto.


















